Quase Nada Sobre Quase Tudo

sexta-feira, setembro 05, 2008



Olha eu não entendo de arte mas hoje li uma coisa tão absurda que com certeza não tá nem perto de ser considerada arte e o "artista" devia estar se tratando num hospital psiquiátrico pra ver se deixa de ter crises de "criatividade".

A historinha é a seguinte:

O prisioneiro americano Gene Hathorn, condenado à morte nos Estados Unidos por ter assassinado seu pai, a madrasta e o filho dela, concordou em doar seu corpo para uma instalação artística - em que ele viraria comida de peixe - caso sua última apelação fracasse.

O "artista" chileno Marco Evaristti, baseado na Dinamarca, pretende congelar o corpo de Harthorn para depois transformá-lo em alimento de peixes. A idéia é mostrar o barbarismo do sistema penal americano, em que um prisioneiro á condenado à morte e depois passa anos à espera do cumprimento da sentença.
(hã-hã...)

Nas palavras artísticas: "Tive a idéia de transformá-lo em comida para peixes porque, nos papéis do processo de Hathorn ele é chamado de lixo humano. Neste sentido, pensei em 'reciclá-lo', reciclar seu corpo transformando-o em alimento. Se o sistema americano o chama de lixo, achei que seria uma grande idéia reciclá-lo em algo positivo."

Além disso, diz o artista, a idéia é uma forma de redimir a si próprio. Em 2000, Evaristti chamou a atenção pública com uma exposição no Trapholt Art Museum, de Copenhague, onde os visitantes tinham a opção de matar peixinhos dourados colocados dentro de liquidificadores.

Neste mês, ele deverá expor a cama que criou, em formato de cruz, para condenados à morte, na Feira de Arte de Copenhague.

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